Qualidade da água é regular em 73% dos rios brasileiros

Um relatório divulgado no último mês pela Fundação SOS Mata Atlântica, ponta que mais de 73,1% apresentam uma qualidade da água considerada “regular”. A fundação realizou um ciclo de monitoramento entre os anos de 2020 e 2021 em 130 pontos e em 16,9% a água é considerada ruim e em 10% considerada em boas condições.

Em comparação com estudos anteriores, os dados mostram que a condição da qualidade da água melhorou em 10 pontos e manteve estabilidade nos indicadores, mesmo com variações climáticas intensas nos períodos de seca e chuva, em 75 pontos. No comparativo, também não foram encontrados pontos com condição ótima ou péssimo.

A Fundação SOS Mata Atlântica, divulgou que é possível destacar a tendência de melhoria na qualidade ambiental de rios e córregos urbanos no ano de 2020 devido aos índices de coleta e tratamento de esgoto e do isolamento social que resultou na redução de fontes de poluição.

Em entrevista para a Agência Brasil, o coordenador do projeto Observando os Rios da Fundação SOS Mata Atlântica, Gustavo Veronesi, disse que a situação de um rio é o espelho do comportamento da sociedade, e o processo de degradação de um corpo d’água, por lançamento de esgotos sem tratamento ou desmatamento de suas margens é rápido, mas, a recuperação pode demandar muitos anos. “Por isso, os indicadores e dados mudam pouco, mas os rios têm, em geral boa capacidade de se recuperar, desde que não fiquemos parados. É preciso agir agora, mudar a nossa forma de gestão e governança e como consumimos a água”, disse.

Simples atitudes colaboram para a preservação da água

Não jogue lixo nos rios e lagos;

Economizar água no banho, ao escovar os dentes, lavagem de louças, etc;

Reutilize a água sempre que possível;

Preservar nascentes e cursos d’água;

Não desmate ou degrade áreas verdes, sobretudo aquelas próximas aos rios e lagos;

Seja sustentável, faça escolhas inteligentes e seja mais feliz ajudando o meio ambiente;

Divulgue ideias ecológicas e promova a conscientização no ambiente familiar e social;

Declaração Universal dos Direitos da Água

Você já ouviu falar da Declaração Universal dos Direitos da Água?

Em 22 de março de 1992, a ONU divulgou a Declaração Universal dos Direitos da Água, visando contribuir com o desenvolvimento de panorama sustentável voltado para a preservação da água. Dividido em dez artigos a Declaração destaca a importância a necessidade da água para a preservação da vida e do equilíbrio do nosso planeta.

Art. 1º – A água faz parte do patrimônio do planeta. Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.

Art. 2º – A água é a seiva do nosso planeta. Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.

Art. 3º – Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.

Art. 4º – O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

Art. 5º – A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

Art. 6º – A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.

Art. 7º – A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.

Art. 8º – A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

Art. 9º – A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.

Art. 10º – O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.

Nossa consciência faz a diferença

O comportamento individual de cada pessoa tem um reflexo no meio ambiente, por isso, nós da Silicup, incentivamos o consumo consciente. Consumir recursos naturais de forma consciente traz benefícios para toda a sociedade. Reutilizar produtos, produzir menos lixo, e fazer o descarte correto traz uma melhor qualidade de vida para toda a sociedade, são valores que apoiamos e fomentamos.

Conheça nossos produtos, e a nossa inserção na sociedade e perceba que juntos podemos fazer nossa sociedade um lugar melhor para todos.

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